Tool volta em grande estilo
5. Tool - 10,000 Days
Maynard James Keenan é um dos 3 melhores vocalistas da história do rock. E o cara ainda compõe bem. E a banda que trabalha com ele é fantástica. Com certeza um dos CDs que eu mais antecipei esse ano. Eu ainda lembro de quando ele vazou. Fazia tempo que eu não ouvia Tool. E começou a linha de guitarra discreta, porém reconhecível, de Vicarious. O Tool estava de volta. E entra a bateria e o vocal poderoso de MJK. As guitarras continuavam perfeitas, o baixo marcante e Keenan continuava cantando magnificamente. E, na medida que se passavam as músicas, continuavam a se destacar o vocal de Maynard, as guitarras de Adam Jones e a bateria de Danny Carey. O baixo de Justin Chancellor não é destaque, mas as linhas são fantásticas e se encaixam perfeitamente na música do Tool. Até que chega The Pot. Concorrente certa à melhor música do ano, com certeza fica entre as 5 melhores. A música começa com um vocal mais agudo de MJK. Em seguida, entra o baixo, depois a guitarra e por último a bateria. E a obra-prima de quase 6 minutos e meio é praticamente a definição de Tool. Letra crítica, vocal poderosíssimo, guitarra marcante, um baixo que se encaixa perfeitamente e uma linha de bateria que se encontra entre os melhores trabalho de Carey. Com certeza é o destaque do CD. Mas o rock continua com Rosetta Stoned, Intension e Right In Two. A decepção do CD fica por contade Viginti Tres, a última faixa. Não é bem uma música, é quase uma vinheta. Lipan Conjuring e Lost Keys também lembram vinhetas, mas tem qualidade musical. Viginti Tres parece a trilha sonora daquelas vinhetas da MTV.


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